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Manual de Boas Práticas: Como e por que obter?

Você conhece o Manual de Boas Práticas de Fabricação (MBPF)? Sabe para que ele serve, ou quais estabelecimentos precisam de um? Para comemorar o lançamento do MBPF no seu portfólio, a Nutri Jr. explica, no texto dessa semana, um pouco mais a respeito desse guia tão importante!


Manual de Boas Práticas de Fabricação

O MBPF é um documento formal, que toda Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) – ou seja, todo estabelecimento que desempenha atividades relacionadas à alimentação e nutrição – deve apresentar. Ele é elaborado pelo nutricionista responsável técnico, e seu cumprimento deve ser supervisionado, também, por um nutricionista. É nesse Manual  que estão estão descritos todos os procedimentos necessários para as diferentes etapas de produção de um alimento, refeição ou prestações de serviço de nutrição. Além disso, nele estão descritas práticas que, se aplicadas, garantem a segurança alimentar dos alimentos e dos comensais.

Nele também são especificados os padrões de identidade e qualidade que o serviço adota, devendo retratar a realidade de cada empresa em particular, e sendo, portanto, exclusivo e intransferível.

O MBPF contempla diversos fatores da UAN, como: físicos (ventilação, iluminação, temperatura); ambientais (tipo de parede/piso, sistema de saneamento, sistema de água, janelas, portas, vestiário); higienização (controle de pragas, higiene de equipamentos, utensílios e do ambiente); matéria-prima (procedimentos realizados para aquisição e distribuição dos alimentos); entre outros.

Quanto a sua necessidade, ele é obrigatório, segundo a Resolução CFN nº 38, para: empresas fornecedoras de serviços (terceirizadas); restaurantes comerciais e similares; serviços de buffet e de alimentos congelados; atividades próprias da Alimentação Escolar, e da Alimentação do Trabalhador.

A elaboração e implementação de um MBPF passa por três etapas: Diagnóstico, Correção e Elaboração:

1° passo: Diagnóstico do Estabelecimento.

São levantadas, através de um check-list, as condições estruturais e higiênico-sanitárias do estabelecimento. Há vários modelos de listagem que podem ser utilizados, como o da RDC 275. Após a verificação de todos os aspectos exigidos pela ANVISA, é elaborado um relatório de não-conformidades identificadas no local.

2° passo: Correção das Não-conformidades.

É determinado um prazo entre o estabelecimento e o efetivador do MBPF, para que  todas as divergências encontradas sejam solucionadas e a instalação passe a estar regularizada.

3° passo: Elaboração do MBPF

É redigido um documento, contendo a descrição de todos os procedimentos da UAN, e como estes devem ser executados (de acordo com a realidade do local), de maneira a retratar as atividades realizadas no Serviço de Alimentação para atender aos itens exigidos pela legislação sanitária.

Contudo, além de estar sob a legislação vigente, a partir do momento que a UAN segue todos os passos que constam no Manual, ela, sem dúvida, garante um produto seguro, limpo, mais sustentável, e de confiança para o cliente, contribuindo para um país mais honesto, benéfico, e positivo.

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Fontes:

  • BRASIL . Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n°216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação

ALIMENTARUM (Brasil). O que é uma UAN? Disponível em: <http://www.alimentarum.com.br/ler-post/16/o-que-e-uma-uan->. Acesso em: 09 set. 2017.

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